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Campinas

Sigilo Bancário de Vereador de Campinas Quebrado por Rachadinha

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A Justiça de Campinas deu um passo decisivo na investigação de um esquema de ‘rachadinha’ ao autorizar a quebra de sigilo bancário de um vereador e de seu filho, intensificando a pressão sobre figuras políticas da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

A decisão judicial, que mira a movimentação financeira de um dos representantes eleitos da maior cidade da RMC, ressalta a seriedade das acusações de desvio de verbas públicas e o uso indevido do cargo. Para a população, a medida representa um avanço na transparência e no combate à corrupção, temas sensíveis em um momento de crescentes demandas por probidade na gestão pública.

Ações Anti-Corrupção e o Impacto na Região Metropolitana

A quebra de sigilo bancário é uma ferramenta legal potente, pois permite aos investigadores acesso direto aos extratos e transações financeiras dos envolvidos. O objetivo é mapear fluxos de dinheiro que podem confirmar as suspeitas de enriquecimento ilícito ou desvio.

A investigação busca comprovar a prática de ‘rachadinha’, onde parte dos salários de servidores seria supostamente devolvida ao parlamentar, configurando um grave delito contra o erário e a ética política. Se comprovado, o esquema representa não apenas fraude, mas também abuso de poder e quebra de confiança do eleitorado.

Embora o caso específico ocorra em Campinas, a repercussão de tais investigações estende-se por toda a RMC, incluindo cidades como Jaguariúna, onde a vigilância sobre a conduta de agentes públicos também é constante. Tais desdobramentos reforçam a necessidade de mecanismos de controle e fiscalização eficazes para garantir a integridade em todas as esferas do poder público municipal.

Diante da crescente vigilância sobre atos de improbidade, como a sociedade pode assegurar a integridade e a transparência em todas as esferas do poder público municipal na RMC?

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Campinas

Mendonça afasta diretores da PF por divulgação de relatório

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O ministro André Mendonça, relator do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (8) o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada. A decisão de Mendonça justifica-se pela “superlativa gravidade” e “ilicitude” da divulgação de “relatórios de inteligência” da PF.

A medida foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes, também do Supremo, ter tornado público, na semana passada, um relatório da Polícia Federal. Este documento, segundo a divulgação de Moraes, sugeriria um possível direcionamento das investigações do caso Master para atingir desafetos políticos do ministro Mendonça. É importante notar que o relatório em questão não possui assinatura nem cabeçalho oficial da PF.

Em sua decisão, o ministro André Mendonça enfatizou a urgência das providências. Ele declarou que o episódio “impõe a adoção de providências imediatas para evitar que as prerrogativas da magistratura, da advocacia pública e da própria atividade policial continuem sendo vilipendiadas”.

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Campinas

GM e Polícia Civil identificam suspeitos de furtar…

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Uma operação conjunta da Guarda Municipal (GM) de Campinas e da Polícia Civil, por meio do 2º Distrito Policial, identificou dois homens suspeitos de furtar câmeras de monitoramento em unidades escolares do município. A ação ocorreu nesta quinta-feira, 3 de setembro, e resultou na prisão em flagrante de um dos envolvidos por tráfico de drogas e adulteração veicular. Um terceiro indivíduo, suspeito de receptar os equipamentos, segue sob investigação.

As equipes de segurança utilizaram imagens de sistemas de monitoramento e informações de inteligência da Guarda Municipal para identificar um veículo supostamente usado nos furtos e, posteriormente, localizar um dos suspeitos. A Comandante da GM, Maria de Lourdes Soares, ressaltou a importância do trabalho de tecnologia e análise de imagens para o sucesso da identificação dos envolvidos.

Na manhã do mesmo dia da identificação, as forças de segurança cumpriram um mandado de busca e apreensão no bairro DIC VI, onde o primeiro suspeito, um homem de 24 anos, foi localizado. Durante a ação, foram apreendidos o carro utilizado nos furtos, porções de drogas, um caderno com anotações relacionadas ao tráfico, R$ 600 em dinheiro, ferramentas para adulteração veicular e duas motocicletas encontradas no imóvel.

O homem de 24 anos foi preso em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e adulteração de sinais veiculares. Ele confessou sua participação nos furtos e foi indiciado no inquérito da Polícia Civil que investiga esses crimes. Um segundo suspeito, de 18 anos, também foi identificado e indiciado por furto qualificado no mesmo inquérito, que continua em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso.

Modus Operandi e Continuidade da Investigação

As investigações preliminares revelam que os furtos ocorreram nas regiões Sudoeste e Noroeste de Campinas. O modus operandi dos suspeitos consistia em pular os muros das escolas, cortar a fiação e remover os equipamentos de monitoramento. O delegado do 2º DP, Rodrigo Galazzo, afirmou que as apurações prosseguem para identificar quem comprava esses materiais, investigando se o destino era o mercado paralelo ou estabelecimentos comerciais.

Diante dos fatos, a Guarda Municipal informou que mantém equipes da Ronda Escolar realizando patrulhamento preventivo nas unidades educacionais de Campinas. Após a identificação dos furtos, o patrulhamento foi

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Campinas

Hospital Mário Gatti tem 12 torneiras furtadas em Campinas

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Doze torneiras foram furtadas dos banheiros masculino e feminino do Pronto-Socorro do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, em Campinas. O incidente foi identificado na sexta-feira, 4 de setembro, e a equipe de manutenção da unidade já iniciou os trabalhos para a reposição dos equipamentos.

Ainda na sexta-feira, oito das torneiras seriam substituídas, com a previsão de instalação das demais para o fim de semana. A Rede Mário Gatti, responsável pela administração do hospital, informou que furtos, atos de vandalismo e o uso inadequado das instalações são causas frequentes de necessidade de manutenção em suas unidades.

A administração da Rede Mário Gatti registra uma média de dez intervenções diárias para manutenção de banheiros em seus serviços de saúde. Em um período compreendido entre junho de 2024 e agosto de 2025, foram abertas 4.356 ordens de serviço para reparos nas diversas unidades da rede.

Além dos furtos de torneiras, outros problemas comuns incluem entupimentos causados pelo descarte impróprio de papéis e objetos, bem como o roubo de assentos sanitários e suportes para papel higiênico e toalhas. A estimativa da rede é que cada reparo tenha um custo médio de aproximadamente R$ 495, valor que abrange materiais, mão de obra e outros insumos. Os danos podem, ainda, comprometer temporariamente o uso das instalações.

Para tentar mitigar a recorrência desses problemas, a Rede Mário Gatti mantém o Projeto Mãos que Preservam. A iniciativa tem como objetivo promover ações de conscientização sobre a importância da conservação e do uso adequado dos espaços públicos de saúde.

As atividades do projeto incluem a distribuição de materiais informativos, ações de interação com os usuários, palestras educativas e a divulgação de campanhas. O Projeto Mãos que Preservam é desenvolvido pelo Setor de Humanização, contando com o apoio das áreas de obras

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