RMC
RMC em alerta para temporais; Campinas tem alagamentos e…
A Região Metropolitana de Campinas (RMC) amanheceu sob alerta de temporais neste sábado (12), emitido pela Defesa Civil durante a noite de sexta-feira (11) e a madrugada. Os avisos foram enviados via sistema Cell Broadcast e alcançaram diversas outras localidades do estado de São Paulo.
Campinas registra ventos fortes, alagamentos e quedas de árvores
Em Campinas, foram registradas rajadas de vento de 59,3 km/h e um acumulado de 54 milímetros (mm) de chuva em poucas horas. Nas últimas 48 horas, o volume total atingiu 112 mm. Diante do cenário, a Prefeitura de Campinas decidiu fechar os parques e bosques ao público.
A Defesa Civil de Campinas contabilizou diversas ocorrências entre a noite de sexta e a manhã de sábado. Inicialmente, foram identificados um alagamento de imóvel na Vila Industrial e a queda de um poste no Jardim Garcia. Posteriormente, mais dois alagamentos em residências foram reportados, nos bairros Vale das Garças e Jardim Florence, além de um alagamento em via pública no Nova Sousas.
A atualização das ocorrências incluiu também a queda de um galho na Ponte Preta e três quedas de árvores, nos bairros Bonfim, Nova Campinas e Jardim Santa Eudóxia. Cinco imóveis foram classificados em situação de risco devido a trincas e rachaduras, sendo dois no Residencial Sirius e os demais na Vila Industrial, Jardim Maracanã e Jardim Londres. Houve ainda o registro de um muro que desabou na Vila Marieta e outros com risco de queda no Jardim Paranapanema e Chácara Primavera. No Jardim São Judas Tadeu, a Defesa Civil notificou um destelhamento.
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) retomou, no início da manhã de sábado, o bloqueio em trechos de vias arborizadas para reduzir o risco de acidentes causados por quedas de árvores. Foram interditadas a Rua General Marcondes Salgado, ao lado do Bosque dos Jequitibás, e um trecho da Avenida Dr. Heitor Penteado, no Taquaral.
Famílias desalojadas em Sumaré e outras cidades da RMC
Em Sumaré, o acumulado de chuva foi de 68 mm em 24 horas e 114 mm nas últimas
Com informações da fonte original.
RMC
90% das empresas da RMC não se adaptaram à Reforma
Uma pesquisa inédita revela que nove em cada dez empresas da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ainda não concluíram sua adaptação ao novo sistema gerado pela Reforma Tributária. O levantamento, realizado pelo Sescon Campinas – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas da RMC – entre julho e agosto deste ano, ouviu 113 empresas associadas.
Os dados mostram que a maioria das empresas está em processo de compreensão ou adaptação inicial. Cerca de 60,2% das consultadas ainda estão estudando os impactos da reforma, enquanto 8,8% sequer iniciaram o processo de adequação. Apenas 3,5% das empresas afirmam estar totalmente adaptadas ao novo modelo. Outras 24,8% estão com a implantação em andamento e 2,7% concluíram o planejamento.
Desafios e Preocupações
O cenário é particularmente preocupante devido ao perfil das empresas participantes: 87,6% delas possuem até 50 colaboradores. Negócios com estruturas menores, em geral, enfrentam mais dificuldades para acompanhar as mudanças, revisar processos internos, capacitar equipes e promover as adequações necessárias nos sistemas.
Claudia Di Fonzo, presidente do Sescon Campinas, alerta para os riscos da falta de preparo. “Uma empresa que ainda não avaliou os impactos da reforma pode descobrir tarde demais que precisa rever preços, contratos, margens e até sua relação com fornecedores. Não é uma mudança restrita ao departamento fiscal. Ela pode afetar diretamente o custo da operação e a competitividade do negócio”, afirma.
A falta de clareza sobre as novas regras é apontada como o principal obstáculo para a adaptação por 38,9% dos entrevistados. Outras dificuldades mencionadas incluem o despreparo dos clientes (21,2%), a necessidade de capacitação das equipes (17,7%) e a falta de tempo (15%).
A insegurança também se reflete na avaliação do próprio nível de preparo. Em uma escala de zero a dez, a nota média de confiança das empresas para operar sob o novo sistema foi de 5,74.
“Na prática, muitas empresas ainda não sabem calcular como a reforma poderá afetar o preço final de seus produtos ou serviços. Sem essa análise, existe o risco de manter um preço que reduza a margem de lucro ou de repassar custos de forma inadequada e perder competitividade. Por isso, essa preparação precisa começar antes que os efeitos financeiros apareçam”, explica Claudia Di Fonzo.
Percepções sobre Carga Tributária e Simplificação
A pesquisa também revelou a percepção dos empresários sobre o impacto da reforma na carga tributária. Para 82,3% dos participantes, o novo modelo deverá resultar em um aumento dos tributos. Em relação à expectativa de simplificação do sistema, as opiniões estão divididas: 51,3% acreditam que a reforma tornará a tributação mais simples, enquanto 48,7% não esperam essa melhoria.
O setor de Serviços é o que deverá sofrer os maiores impactos da Reforma Tributária, com 96 menções dos entrevistados. Indústria, Comércio varejista e Construção civil também foram citados entre os segmentos mais afetados.
“A preocupação com o setor de serviços está relacionada principalmente ao peso da mão de obra e à menor possibilidade de geração de créditos tributários em determinadas atividades. Cada empresa, no entanto, precisa fazer sua própria análise. Duas empresas do mesmo setor podem enfrentar efeitos diferentes, dependendo da estrutura de custos, do regime tributário e do perfil dos clientes”, pontua a presidente do Sescon Campinas.
O Papel do Contador e do Empresário
Para Claudia Di Fonzo, o contador terá um papel fundamental na transição, mas a participação do empresário é igualmente crucial. “O contador pode apresentar cenários e identificar riscos, mas a empresa precisa fornecer informações e compreender que as decisões não serão apenas tributárias. Poderá ser necessário rever contratos, investimentos, fornecedores e estratégias de precificação. Quanto antes esse trabalho começar, menor o risco de decisões apressadas”, res
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RMC
Reforma Tributária: 96% das empresas da RMC não estão…
A maioria das empresas da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ainda não está totalmente preparada para a Reforma Tributária. Uma pesquisa recente do Sescon Campinas – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – revelou que 96% das companhias consultadas não se consideram adaptadas ao novo sistema de tributação. O levantamento, realizado entre julho e agosto deste ano, também aponta que 82,3% dos empresários esperam um aumento na carga tributária.
O estudo ouviu 113 empresas associadas ao sindicato, que abrange 18 municípios da região, incluindo Campinas, Paulínia, Americana, Artur Nogueira, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Itatiba, Indaiatuba, Jaguariúna, Monte Mor, Nova Odessa, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.
Os dados mostram que a compreensão sobre os impactos da reforma ainda é incipiente. Cerca de 60,2% das empresas estão estudando os efeitos das mudanças, enquanto 8,8% sequer iniciaram qualquer processo de adaptação. Apenas 3,5% afirmaram estar totalmente adaptadas, 24,8% estão com a implantação em andamento e 2,7% já concluíram o planejamento necessário.
O perfil das empresas pesquisadas também é relevante: 87,6% possuem até 50 colaboradores. Essa característica indica que grande parte dos negócios opera com estruturas mais enxutas, o que pode dificultar o acompanhamento das alterações, a revisão de processos, a capacitação de funcionários e as adaptações nos sistemas internos.
A presidente do Sescon Campinas, Claudia Di Fonzo, ressalta que a adaptação vai além da esfera fiscal. “Uma empresa que ainda não avaliou os impactos da reforma pode descobrir tarde demais que precisa rever preços, contratos, margens e até sua relação com fornecedores”, alerta.
Principais Obstáculos e Percepções
A pesquisa identificou a falta de clareza sobre as novas regras como o principal desafio, apontado por 38,9% dos entrevistados. Outros obstáculos incluem o despreparo dos clientes (21,2%), a necessidade de capacitação das equipes (17,7%) e a falta de tempo (15%). A insegurança é evidente na nota média de confiança para operar sob o novo sistema, que foi de apenas 5,74 em uma escala de zero a dez.
Claudia Di Fonzo explica que uma das maiores dificuldades é prever como as mudanças afetarão preços e margens de lucro. Sem essa análise, as empresas correm o risco de manter preços que comprometam sua margem ou de repassar custos de forma inadequada, perdendo competitividade no mercado.
Impacto na Carga Tributária e Simplificação
A percepção dos empresários sobre o impacto da reforma no pagamento de impostos é majoritariamente pessimista: 82,3% acreditam que a carga tributária aumentará. Quanto à promessa de simplificação do sistema, as opiniões se dividem: 51,3% esperam que a tributação se torne mais simples, enquanto 48,7% não preveem melhorias nesse aspecto. Esse dado sugere que, apesar dos objetivos declarados da Reforma Tributária, quase metade das empresas ainda duvida de uma simplificação efetiva no dia a dia dos negócios.
Setor de Serviços é o Mais Preocupado
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RMC
Frente fria chega à RMC e mantém instabilidade no fim de…
A Região Metropolitana de Campinas (RMC) deve receber uma nova frente fria neste sábado (12), que trará instabilidade climática e queda nas temperaturas ao longo de todo o fim de semana.
Para o sábado, a previsão indica instabilidade intensa durante todo o dia, com possibilidade de descargas elétricas. Embora a probabilidade seja baixa, não se descarta a ocorrência de rajadas pontuais de vento na região.
Diante do cenário de tempo adverso, recomenda-se evitar áreas sujeitas a alagamentos. É aconselhável também manter distância de locais muito abertos durante a ocorrência de raios e de árvores ou estruturas que possam apresentar risco de queda.
No domingo (13), a nebulosidade e a instabilidade devem permanecer sobre a RMC. A previsão aponta para a possibilidade de chuvas moderadas e novas rajadas de vento pontuais. As temperaturas devem cair, principalmente a máxima, que pode ficar próxima dos 20°C.
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