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RMC desafia desaceleração nacional e mostra força econômica

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A Região Metropolitana de Campinas (RMC) se consolida como um polo de resistência econômica, demonstrando uma notável capacidade de crescimento e geração de riquezas mesmo diante do cenário de desaceleração nacional. Este desempenho robusto se traduz em maior estabilidade para os municípios da região e seus habitantes.

Enquanto o país pisa no freio, a força da RMC repercute diretamente na vida da população, garantindo um ambiente mais propício para a manutenção de empregos, atração de investimentos e a continuidade de serviços essenciais, contrastando com as dificuldades observadas em outras partes do Brasil.

RMC: Polo de Estabilidade em Cenário de Desafios

A diversificação de sua base industrial, o dinamismo do setor de serviços e a presença de importantes centros de pesquisa e desenvolvimento são pilares que sustentam a resiliência regional. Cidades como Jaguariúna, parte integrante dessa engrenagem, beneficiam-se diretamente dessa capacidade de atrair novos negócios e manter um fluxo produtivo constante.

A capacidade da RMC de manter sua economia aquecida é crucial para a autonomia fiscal dos municípios e para a qualidade dos serviços públicos oferecidos à população, desde a saúde até a educação. Este cenário fortalece a região como um motor de desenvolvimento que não apenas resiste, mas também impulsiona progresso local.

Em um panorama de incertezas, a RMC se destaca como um exemplo de organização e potencial econômico, evidenciando que estratégias regionais consistentes podem mitigar os efeitos de crises macroeconômicas.

Como essa solidez econômica regional pode ser traduzida em políticas públicas mais eficazes e em uma melhor distribuição dos benefícios do crescimento para todos os cidadãos da RMC?

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ARTESP intensifica fiscalização após 1.200 cancelamentos…

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A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) intensificou, no início desta semana, a fiscalização das linhas intermunicipais que conectam cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC). A medida foi tomada após um aumento nas reclamações de passageiros sobre cancelamentos, superlotação e atrasos, que foram amplamente divulgadas pela imprensa local e redes sociais.

Os agentes da ARTESP concentraram as vistorias nos horários de pico, com foco nas linhas que atendem os municípios de Sumaré, Hortolândia e Campinas. O objetivo é verificar o cumprimento dos horários de partida, a lotação dos veículos e as condições gerais da frota, acompanhando a operação tanto nos pontos finais quanto ao longo dos trajetos.

Problemas e dados oficiais

Nas últimas duas semanas, passageiros relataram cancelamentos de viagens que resultaram em filas e superlotação nas partidas seguintes. Entre as linhas mais citadas nas reclamações estão a 654, 696, 699, 700 e 708. Vídeos registrados em terminais e pontos de ônibus mostram aglomerações e insatisfação com a frequência dos veículos.

Dados divulgados pela ARTESP revelam que, somente na região de Campinas, foram registrados mais de 1.200 cancelamentos de partidas nas últimas duas semanas. No mesmo período, cerca de 1.500 partidas ocorreram com atraso. As linhas mais afetadas, segundo a agência, incluem a 636, 659, 694, 700 e 701.

Resposta do Consórcio Bus+

O Consórcio Bus+, responsável pela operação das linhas na RMC, emitiu uma nota à imprensa, atribuindo as falhas a problemas mecânicos pontuais em veículos e à falta de motoristas. A empresa afirmou que a escassez de mão de obra qualificada tem reduzido sua capacidade operacional e comprometido a regularidade das partidas.

Para mitigar a falta de condutores, o consórcio informou que está desenvolvendo um programa de formação de motoristas, as chamadas “escolinhas”. Além disso, a empresa apontou que gargalos no trânsito, como na rodovia Campinas–Monte Mor (SP-101), também contribuem para a demora e irregularidade das linhas.

Medidas administrativas e futuro do contrato

Esta é a segunda ação intensiva de fiscalização da ARTESP neste ano, sendo a primeira realizada em março. Entre março e setembro, o Consórcio Bus+ foi autuado aproximadamente 900 vezes. Devido à ausência de correção adequada dos problemas identificados, a agência instaurou um processo administrativo por descumprimento contratual.

Felipe Freitas, superintendente de transporte coletivo da ARTESP, declarou que a agência está realizando uma análise comparativa dos dados coletados na fiscalização. Dependendo dos resultados, poderá ser iniciado um processo de caducidade do contrato com o operador atual. Se a caducidade for decretada, outra empresa assumiria a operação das linhas da região.

Durante as fiscalizações, foram encontrados problemas estruturais em alguns ônibus, e uma falha mecânica foi registrada em tempo real, resultando no cancelamento de uma viagem e na espera dos passageiros pela próxima partida, que também saiu com atraso.

A ARTESP continua avaliando os relatórios de campo para decidir sobre eventuais sanções ou alterações no contrato de operação. O consórcio, por sua vez, informou que segue implementando medidas para resolver a falta de pessoal e os problemas mecânicos.

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PEIEX abre vagas para exportação de pequenos negócios na RMC

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O Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) está com vagas abertas para micro e pequenas empresas da Região Metropolitana de Campinas (RMC) que desejam iniciar ou fortalecer sua atuação no comércio exterior. A iniciativa oferece atendimento totalmente subsidiado, com o objetivo de preparar os empreendedores para o mercado internacional de forma planejada.

O PEIEX proporciona acompanhamento técnico especializado e orientações práticas, adaptadas ao estágio de maturidade e às necessidades de cada negócio. O trabalho é individualizado, incluindo um diagnóstico empresarial para identificar as melhores estratégias de exportação.

Andreza Borba, analista de negócios do Sebrae-SP, destaca a importância do programa. “Expandir fronteiras é um passo importante para aumentar a competitividade das micro e pequenas empresas. Com o PEIEX, buscamos preparar os empreendedores para atuar no mercado internacional de forma planejada, reduzindo riscos e ampliando as oportunidades de crescimento”, afirma.

A analista também ressalta que a RMC possui características favoráveis para empresas com interesse em exportar. A região conta com uma forte presença industrial, é bem conectada pelas rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Dom Pedro I, e dispõe do Aeroporto Internacional de Viracopos, um dos principais terminais de carga do país.

O programa é fruto de uma parceria estratégica entre o Sebrae-SP, a Faculdade Sebrae e a ApexBrasil. Segundo Andreza Borba, essa colaboração visa ampliar o acesso dos pequenos negócios ao mercado externo. “Nosso objetivo é mostrar que exportar pode fazer parte da estratégia de crescimento das micro e pequenas empresas. Com o apoio das três instituições, queremos tornar esse processo mais acessível e ajudar os empreendedores a conquistar novos mercados”, explica.

Empresários interessados em participar do PEIEX podem manifestar interesse e realizar suas inscrições gratuitamente por meio de um formulário online. Para aqueles que desejam conhecer mais sobre o programa e conferir histórias de sucesso, um vídeo da primeira edição do evento “Conexões para Exportar”, realizado no Aeroporto Internacional de Viracopos, está disponível.

Mais informações e esclarecimento de dúvidas podem ser obtidos no site oficial do programa ou diretamente no Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas, localizado na Rua da Abolição, 881, no bairro Ponte Preta.

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Campinas em plano de R$ 500 bilhões para obras em SP

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou em Campinas, no sábado (5), a previsão de R$ 500 bilhões em investimentos para o estado nos próximos anos. O plano abrange projetos ferroviários, obras de segurança hídrica e intervenções rodoviárias, além de uma nova fase do programa “São Paulo para Toda a Obra”.

Um dos destaques é o Trem Intercidades (TIC), que conectará Campinas a São Paulo. Segundo o governador, as obras já contam com 14 frentes de trabalho, incluindo contenções, preparação para instalações e implantação da estrutura ferroviária. A expectativa é que alguns trechos avancem para a instalação dos trilhos ainda neste ano. O investimento previsto para o TIC é de R$ 14,2 bilhões.

Tarcísio de Freitas detalhou que o projeto do TIC envolve a transformação de uma linha antiga para operar um trem a 140 quilômetros por hora. “Isso significa mudar o raio de curvatura, mudar rampa, fazer com que a geometria acomode uma operação nessa velocidade”, explicou.

Além do TIC, o governador mencionou planos de expandir a malha ferroviária até 2050, com possíveis conexões de Campinas a Sorocaba e a Ribeirão Preto.

Investimentos em Recursos Hídricos e Rodovias

Na área de recursos hídricos, Tarcísio destacou as barragens de Pedreira e Amparo, que representam cerca de R$ 2 bilhões em investimentos. As duas barragens terão capacidade conjunta para armazenar 85 bilhões de litros, sendo apresentadas pelo governo como uma medida para aliviar a pressão sobre o abastecimento na Região Metropolitana de Campinas. O governador também informou que outros 440 reservatórios estão em construção no estado.

Para a região de Campinas, foram citadas intervenções rodoviárias, incluindo a adição de faixas entre Campinas e Mogi Guaçu.

Programa “São Paulo para Toda a Obra 4.0”

A nova versão do programa “São Paulo para Toda a Obra”, denominada 4.0, será organizada em quatro eixos: mobilidade ferroviária, logística, sustentabilidade e investimentos nas periferias. Nesta última frente, estão previstos equipamentos como creches, escolas de tempo integral, ambulatórios médicos, praças da cidadania e espaços de capacitação.

O governador afirmou que a soma desses quatro eixos totaliza o investimento de R$ 500 bilhões em infraestrutura no estado de São Paulo nos próximos anos.

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