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Mega-Sena 3058 sorteia R$ 95 milhões nesta terça (15)

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A Caixa Econômica Federal realizou na terça-feira (15), às 21h, o sorteio do concurso 3058 da Mega-Sena, que tinha um prêmio principal estimado em R$ 95 milhões. Os números sorteados já estão disponíveis para apostadores de Hortolândia, Campinas, Sumaré, Monte Mor e demais cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

As dezenas sorteadas no concurso 3058 foram:

  • 14
  • 23
  • 53
  • 56
  • 57
  • 60

O sorteio, parte da programação das Loterias Caixa, foi transmitido ao vivo pelo canal oficial da Caixa no YouTube. A divulgação completa do rateio, incluindo a distribuição dos prêmios por faixa e a identificação de possíveis ganhadores, será disponibilizada pela Caixa após as 21h30.

Detalhes da Premiação e Consulta de Resultados

A Mega-Sena premia apostas que acertam 6, 5 ou 4 números. Até a divulgação oficial do rateio, não há confirmação sobre ganhadores, as cidades premiadas ou os valores exatos pagos em cada faixa. Os resultados oficiais podem ser consultados por meio dos canais da Caixa Econômica Federal, incluindo o aplicativo Loterias Caixa, as casas lotéricas credenciadas e o site das loterias.

Como Apostar na Mega-Sena

Para quem deseja participar dos próximos concursos, as apostas podem ser feitas até as 20h do dia do sorteio. Os canais disponíveis para apostar incluem casas lotéricas credenciadas, o portal Loterias Online e o aplicativo oficial da Caixa. A aposta mínima da Mega-Sena custa R$ 6,00 e permite ao apostador escolher seis números entre os 60 disponíveis no volante.

É importante notar que, quanto mais dezenas forem marcadas no volante, maior será o valor da aposta e, consequentemente, maiores as chances de acertar o prêmio principal. A Caixa realiza sorteios da Mega-Sena regularmente às terças, quintas e domingos, conforme a programação oficial das Loterias Caixa.

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RMC terá espaço para projetos e negócios no Campinas…

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Os municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) terão uma área dedicada para apresentar seus projetos, oportunidades de negócios, vocações econômicas e iniciativas de inovação durante o Campinas Innovation Week (CIW) 2026. O evento está agendado para ocorrer de 14 a 18 de setembro, no Prédio do Relógio, em Campinas.

Com o tema “O amanhã é nosso”, o CIW 2026 reunirá empresas, startups, universidades, centros de pesquisa, investidores, empreendedores e a população em geral. A programação, que será gratuita, é focada em inovação, tecnologia, negócios e desenvolvimento.

A iniciativa de incluir os municípios da RMC visa ampliar a visibilidade das cidades e apresentar novas oportunidades para empresas, empreendedores e investidores interessados na região. Cada cidade participante disporá de um espaço personalizado para detalhar suas características e principais projetos, permitindo ao público conhecer melhor as propostas e o potencial de cada localidade.

André Cruz, secretário em exercício de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação de Campinas, destacou a importância da participação conjunta dos municípios para reforçar a integração regional. Ele ressaltou que Campinas e as cidades vizinhas mantêm uma relação estreita, compartilhando cadeias produtivas, empresas, instituições de pesquisa e diversas iniciativas de inovação.

Segundo Cruz, trazer esses municípios para o Campinas Innovation Week é uma maneira de evidenciar a diversidade da região e, simultaneamente, fortalecer seu posicionamento como um território fértil em oportunidades. O secretário também enfatizou que a exposição dos diferenciais de cada município pode impulsionar a criação de novos negócios e parcerias estratégicas entre as cidades e o setor produtivo.

O Campinas Innovation Week é uma realização da Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, com a execução a cargo da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC).

O evento ocorrerá de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h, no Pátio Ferroviário, localizado na Rua Francisco Teodoro, 1.050, Vila Industrial, em Campinas. A entrada é gratuita, mas requer inscrição prévia, que pode ser realizada através do site oficial: campinasinnovationweek.com.br.

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RMC em alerta para temporais; Campinas tem alagamentos e…

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A Região Metropolitana de Campinas (RMC) amanheceu sob alerta de temporais neste sábado (12), emitido pela Defesa Civil durante a noite de sexta-feira (11) e a madrugada. Os avisos foram enviados via sistema Cell Broadcast e alcançaram diversas outras localidades do estado de São Paulo.

Campinas registra ventos fortes, alagamentos e quedas de árvores

Em Campinas, foram registradas rajadas de vento de 59,3 km/h e um acumulado de 54 milímetros (mm) de chuva em poucas horas. Nas últimas 48 horas, o volume total atingiu 112 mm. Diante do cenário, a Prefeitura de Campinas decidiu fechar os parques e bosques ao público.

A Defesa Civil de Campinas contabilizou diversas ocorrências entre a noite de sexta e a manhã de sábado. Inicialmente, foram identificados um alagamento de imóvel na Vila Industrial e a queda de um poste no Jardim Garcia. Posteriormente, mais dois alagamentos em residências foram reportados, nos bairros Vale das Garças e Jardim Florence, além de um alagamento em via pública no Nova Sousas.

A atualização das ocorrências incluiu também a queda de um galho na Ponte Preta e três quedas de árvores, nos bairros Bonfim, Nova Campinas e Jardim Santa Eudóxia. Cinco imóveis foram classificados em situação de risco devido a trincas e rachaduras, sendo dois no Residencial Sirius e os demais na Vila Industrial, Jardim Maracanã e Jardim Londres. Houve ainda o registro de um muro que desabou na Vila Marieta e outros com risco de queda no Jardim Paranapanema e Chácara Primavera. No Jardim São Judas Tadeu, a Defesa Civil notificou um destelhamento.

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) retomou, no início da manhã de sábado, o bloqueio em trechos de vias arborizadas para reduzir o risco de acidentes causados por quedas de árvores. Foram interditadas a Rua General Marcondes Salgado, ao lado do Bosque dos Jequitibás, e um trecho da Avenida Dr. Heitor Penteado, no Taquaral.

Famílias desalojadas em Sumaré e outras cidades da RMC

Em Sumaré, o acumulado de chuva foi de 68 mm em 24 horas e 114 mm nas últimas

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90% das empresas da RMC não se adaptaram à Reforma

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Uma pesquisa inédita revela que nove em cada dez empresas da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ainda não concluíram sua adaptação ao novo sistema gerado pela Reforma Tributária. O levantamento, realizado pelo Sescon Campinas – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas da RMC – entre julho e agosto deste ano, ouviu 113 empresas associadas.

Os dados mostram que a maioria das empresas está em processo de compreensão ou adaptação inicial. Cerca de 60,2% das consultadas ainda estão estudando os impactos da reforma, enquanto 8,8% sequer iniciaram o processo de adequação. Apenas 3,5% das empresas afirmam estar totalmente adaptadas ao novo modelo. Outras 24,8% estão com a implantação em andamento e 2,7% concluíram o planejamento.

Desafios e Preocupações

O cenário é particularmente preocupante devido ao perfil das empresas participantes: 87,6% delas possuem até 50 colaboradores. Negócios com estruturas menores, em geral, enfrentam mais dificuldades para acompanhar as mudanças, revisar processos internos, capacitar equipes e promover as adequações necessárias nos sistemas.

Claudia Di Fonzo, presidente do Sescon Campinas, alerta para os riscos da falta de preparo. “Uma empresa que ainda não avaliou os impactos da reforma pode descobrir tarde demais que precisa rever preços, contratos, margens e até sua relação com fornecedores. Não é uma mudança restrita ao departamento fiscal. Ela pode afetar diretamente o custo da operação e a competitividade do negócio”, afirma.

A falta de clareza sobre as novas regras é apontada como o principal obstáculo para a adaptação por 38,9% dos entrevistados. Outras dificuldades mencionadas incluem o despreparo dos clientes (21,2%), a necessidade de capacitação das equipes (17,7%) e a falta de tempo (15%).

A insegurança também se reflete na avaliação do próprio nível de preparo. Em uma escala de zero a dez, a nota média de confiança das empresas para operar sob o novo sistema foi de 5,74.

“Na prática, muitas empresas ainda não sabem calcular como a reforma poderá afetar o preço final de seus produtos ou serviços. Sem essa análise, existe o risco de manter um preço que reduza a margem de lucro ou de repassar custos de forma inadequada e perder competitividade. Por isso, essa preparação precisa começar antes que os efeitos financeiros apareçam”, explica Claudia Di Fonzo.

Percepções sobre Carga Tributária e Simplificação

A pesquisa também revelou a percepção dos empresários sobre o impacto da reforma na carga tributária. Para 82,3% dos participantes, o novo modelo deverá resultar em um aumento dos tributos. Em relação à expectativa de simplificação do sistema, as opiniões estão divididas: 51,3% acreditam que a reforma tornará a tributação mais simples, enquanto 48,7% não esperam essa melhoria.

O setor de Serviços é o que deverá sofrer os maiores impactos da Reforma Tributária, com 96 menções dos entrevistados. Indústria, Comércio varejista e Construção civil também foram citados entre os segmentos mais afetados.

“A preocupação com o setor de serviços está relacionada principalmente ao peso da mão de obra e à menor possibilidade de geração de créditos tributários em determinadas atividades. Cada empresa, no entanto, precisa fazer sua própria análise. Duas empresas do mesmo setor podem enfrentar efeitos diferentes, dependendo da estrutura de custos, do regime tributário e do perfil dos clientes”, pontua a presidente do Sescon Campinas.

O Papel do Contador e do Empresário

Para Claudia Di Fonzo, o contador terá um papel fundamental na transição, mas a participação do empresário é igualmente crucial. “O contador pode apresentar cenários e identificar riscos, mas a empresa precisa fornecer informações e compreender que as decisões não serão apenas tributárias. Poderá ser necessário rever contratos, investimentos, fornecedores e estratégias de precificação. Quanto antes esse trabalho começar, menor o risco de decisões apressadas”, res

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