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Campinas

Hospital Centro Médico de Campinas reduz 25,5 toneladas…

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O Hospital Centro Médico de Campinas implementou uma série de iniciativas de sustentabilidade que resultaram na reciclagem de 76 toneladas de materiais e na redução de 25,5 toneladas de resíduos comuns em 2025. A instituição, que possui 48 mil metros quadrados de área total e 20 mil metros quadrados de área construída, tem focado em eficiência energética e gestão responsável de recursos naturais.

A principal mudança foi a reformulação completa do sistema de manejo de resíduos sólidos. Em 2025, foram segregadas e encaminhadas para reciclagem 76 toneladas de materiais. Paralelamente, o hospital registrou uma redução de 5,4% na geração global de resíduos comuns, passando de 472.870 quilos em 2024 para 447.330 quilos em 2025.

Implantação da Coleta Seletiva

A semente do projeto de coleta seletiva foi plantada em meados de 2024, durante uma Semana do Meio Ambiente focada na conscientização das equipes. O técnico em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente do hospital, José Paulo Garcia, que atua há 14 anos na empresa e iniciou a estruturação da área ambiental em 2023, explicou que o estudo para a implantação da coleta seletiva em um ambiente hospitalar é complexo devido à presença de resíduos infectantes e químicos.

Inicialmente, o projeto foi testado em setores piloto que geravam grande volume de papéis, papelão e plásticos, e que estavam próximos à área externa de destinação final de resíduos. Foram escolhidos o almoxarifado, a farmácia e a cozinha. Com o sucesso da fase inicial, a coleta seletiva foi expandida para outros setores. Em poucos meses, mais cinco setores foram incorporados ao fluxo. No início de 2025, 100% das áreas administrativas já realizavam a separação de plástico e papel. O projeto alcançou recepções, copas, refeitórios, com coletores específicos para copos descartáveis, e setores assistenciais complexos como o Centro Cirúrgico, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e a Central de Material e Esterilização (CME).

Para dar suporte ao volume de materiais recolhidos, o hospital passou a contar com uma empresa parceira especializada, que disponibilizou dois contêineres de 27 metros cúbicos cada no abrigo externo de resíduos. Um contêiner é exclusivo para sucatas ferrosas e o outro para papelão, papel e plástico. José Paulo Garcia destacou o impacto financeiro e operacional da medida, mencionando que a economia no orçamento foi de 6% no ano passado e que um dos contêineres é esvaziado semanalmente.

Outras Iniciativas de Sustentabilidade

Além da gestão de resíduos, o plano de sustentabilidade do Hospital Centro Médico de Campinas abrange o uso racional de recursos hídricos, a transição para fontes limpas de energia e o aumento do ciclo de vida dos equipamentos.

  • Uso de Água: O hospital utiliza água de poço artesanal próprio para rega de áreas verdes e alimentação de sistemas de climatização, reduzindo a dependência de redes públicas para fins não potáveis.
  • Aquecimento Solar: Um sistema moderno de aquecimento solar de água abastece chuveiros dos leitos, equipamentos de lavagem da cozinha e processos da Central de Material e Esterilização (CME).
  • Eficiência Energética: Houve a substituição de 95% das lâmpadas antigas por tecnologia LED. Em março de 2024, o Centro Médico migrou para o Mercado Livre de Energia, mantendo a CPFL responsável pela distribuição e transmissão.

Diogo de Lima Palazan, supervisor de Infraestrutura e Manutenção do hospital, ressaltou que essas medidas operacionais e tecnológicas impactam diretamente na preservação dos equipamentos e na gestão diária, aumentando o tempo entre as manutenções.

As ações do Hospital Centro Médico de Campinas demonstram um compromisso ético com a comunidade de Campinas e região, integrando metas ecológicas às diretrizes hospitalares e gerando economia e impacto positivo no ecossistema local.

Com informações da fonte original.

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Campinas

Campinas: Temporal causa danos e altera serviços públicos

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Um forte temporal atingiu Campinas no último domingo, dia 30, provocando danos em diversas áreas das regiões Sul e Leste da cidade. Apesar dos estragos materiais, a Prefeitura de Campinas informou que não houve registro de vítimas em decorrência da chuva.

Os impactos do temporal resultaram em alterações no funcionamento de serviços essenciais nesta segunda-feira, 31 de agosto. Na área da saúde, o Centro de Saúde Paranapanema teve suas atividades suspensas. A orientação para os moradores que necessitarem de atendimento é procurar a unidade de saúde mais próxima. Pacientes com consultas agendadas serão contatados pela administração para o reagendamento.

A educação também foi afetada. As aulas no CEI Brígida Chinaglia Costa foram suspensas por um período de 15 dias, com previsão de retorno para 14 de setembro. Já na EMEF Professor Ciro Exel Magro, as atividades permanecerão paralisadas até a próxima quarta-feira, 2 de setembro. A Secretaria de Educação está encarregada de comunicar as famílias dos alunos sobre essas mudanças.

Em resposta aos estragos, equipes da Prefeitura de Campinas foram mobilizadas para atuar nas regiões mais atingidas. Os prédios que sofreram danos passarão por avaliações completas para identificar a extensão dos problemas e definir os reparos necessários.

A administração municipal recomenda que a população acompanhe os canais oficiais da Prefeitura de Campinas para obter novas informações sobre a situação e eventuais atualizações no funcionamento dos serviços públicos.

Com informações da fonte original.

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Campinas

Polícia Civil de Campinas usa DNA para identificar…

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A Polícia Civil de Campinas está utilizando o material genético coletado durante a quarta Campanha Nacional de coleta de DNA para auxiliar na identificação de pessoas desaparecidas na cidade. Atualmente, Campinas registra 448 ocorrências de desaparecimento entre janeiro e a última sexta-feira (28).

Para familiares, a iniciativa representa uma nova esperança. A cabeleireira Neusa, mãe de Gustavo, desaparecido desde outubro de 2023, afirmou que sua doação de saliva visa encontrar o filho. Cláudia, mãe de João Vitor, sumido em fevereiro de 2025, e Cláudia Alves, mãe do engenheiro civil Lucas Francisco Alves, de 35 anos, também desaparecido em fevereiro de 2025, expressaram confiança de que a coleta de DNA ajudará nas buscas.

Cruzamento de dados com o IML

As investigações de desaparecimento em Campinas são conduzidas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os boletins de ocorrência são encaminhados para o Procedimento de Investigações de Desaparecimento (PID). O material genético coletado na campanha será cruzado com informações de autópsias realizadas em corpos não identificados no Instituto Médico Legal (IML) de Campinas.

Até a última sexta-feira, quatro corpos desconhecidos, já autopsiados, estavam na câmara fria do necrotério do Cemitério Nossa Senhora da Conceição, conhecido como Cemitério dos Amarais. O delegado Rui Flavio de Carvalho Pegolo, da DHPP, explicou que o cruzamento de dados com o IML pode ajudar a determinar se algum desses corpos corresponde a pessoas registradas como desaparecidas.

O procedimento inicial para identificação de um corpo é a coleta de impressões digitais. No entanto, em casos de corpos em avançado estado de decomposição, como um encontrado na Rua Pedro Paulo Colombari, no Jardim Fernanda, o material genético se torna crucial. Se houver identificação, um laudo oficial é elaborado e a família é contatada para os próximos passos. O perfil genético da pessoa identificada é então removido do banco de dados.

Campanha nacional e dados gerais

O mutirão de coleta de DNA ocorreu entre segunda e sexta-feira da semana passada, com postos no IML de Campinas e Americana, na Região Metropolitana de Campinas (RMC). A Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) não divulgou o número de pessoas que participaram, mas o Ministério da Justiça e Segurança Pública coordenou os esforços nacionalmente junto aos IMLs estaduais.

Dados do Ministério indicam que os bancos de DNA do país contam com 14.139 amostras de corpos sem identificação e material genético de 10.574 pessoas que buscam familiares desaparecidos. A campanha nacional visa aumentar essas amostras e, consequentemente, o número de identificações. Até o momento, a comparação de materiais genéticos já possibilitou a identificação de 815 pessoas em todo o país.

Buscas e desafios enfrentados pelas famílias

Neusa, mãe de Gustavo, que tinha 21 anos quando desapareceu em 9 de outubro de 2023, relatou que as buscas se estenderam por Hortolândia, Sumaré, Americana e Campinas, sem sucesso. A família distribuiu cartazes e utilizou redes sociais, o que, infelizmente, resultou em golpes. Neusa chegou a enviar dinheiro a pessoas que prometiam informações, mas eram falsas.

Cláudia, mãe de João Victor Lau da Silva, desaparecido aos 18 anos em fevereiro de 2025, confirmou que o material genético que forneceu já está no banco de dados. Já Cláudia, mãe do engenheiro Lucas, visto pela última vez em 5 de fevereiro de 2025, perto do shopping do distrito do Ouro Verde, afirmou ter procurado o filho em hospitais, no IML e em regiões frequentadas por pessoas em situação de rua.

As informações de Lucas também estão cadastradas no Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID) do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), que sistematiza dados de diversas fontes para auxiliar na localização e identificação, sem substituir o trabalho da Polícia Civil.

Com informações da fonte original.

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Campinas

Funcionários do SAAE soterrados em obra em Indaiatuba

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Dois funcionários do Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE) foram soterrados durante uma obra na Rua Maura de Souza Donadoni, no Jardim dos Sabiás, em Indaiatuba. O incidente, ocorrido na altura do número 18, mobilizou equipes de resgate e resultou no transporte de um dos trabalhadores de helicóptero para Campinas, após ser entubado devido à gravidade dos ferimentos.

O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionados para a ocorrência. Dada a seriedade da situação, o helicóptero Águia da Polícia Militar também foi mobilizado para auxiliar no atendimento e transporte dos feridos.

Um dos funcionários, que necessitou de intubação no local, foi encaminhado pelo helicóptero Águia ao Hospital de Clínicas, em Campinas. O outro trabalhador foi socorrido e levado ao Hospital Augusto de Oliveira Camargo, localizado em Indaiatuba.

Para garantir a segurança das equipes de resgate e possibilitar o pouso da aeronave, a Guarda Civil de Indaiatuba realizou a interdição da Rua Maura de Souza Donadoni.

As circunstâncias exatas que levaram ao soterramento dos trabalhadores ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

Com informações da fonte original.

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