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RMC: Operação BPRONE Apreende Vapes Milionários

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Uma ação contundente do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRONE) resultou na apreensão de uma carga monumental de cigarros eletrônicos na Região Metropolitana de Campinas (RMC), causando um golpe direto ao mercado ilegal avaliado em impressionantes R$ 5 milhões.

A interceptação não representa apenas uma perda financeira para o crime organizado; ela sublinha a persistente ameaça à saúde pública imposta pela comercialização clandestina desses dispositivos, que muitas vezes chegam aos consumidores sem qualquer controle de qualidade ou fiscalização sanitária. Para cidades como Jaguariúna e todo o entorno da RMC, a presença de produtos ilícitos como os vapes é um alerta constante, impactando a segurança e o bem-estar da população.

A operação evidencia o esforço das autoridades em desarticular as rotas de contrabando que utilizam as importantes vias da RMC como corredor logístico para a distribuição de mercadorias proibidas.

Saúde Pública e Economia Ilegal em Xeque

A venda de cigarros eletrônicos é proibida no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde 2009, decisão reafirmada e ampliada em 2024, devido aos comprovados riscos à saúde. A carga apreendida, com o valor estimado, representa um volume significativo que certamente alimentaria o consumo, especialmente entre jovens, uma das maiores preocupações dos especialistas em saúde.

O impacto de R$ 5 milhões na operação não é apenas um número, mas um indicador da dimensão do comércio ilegal que opera na região, desafiando as regulamentações e a capacidade de fiscalização do Estado. Cada dispositivo apreendido é um potencial dano à saúde a menos que atinge a sociedade.

Diante da recorrente apreensão de grandes volumes de produtos ilegais, qual o real impacto dessas operações na sustentação e desarticulação das redes criminosas que atuam na RMC?

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Mega-Sena sorteia R$ 70 milhões nesta terça-feira (8)

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A Mega-Sena realizará nesta terça-feira, dia 8, o sorteio do concurso 3055, com um prêmio estimado em R$ 70 milhões. Moradores de Hortolândia, Campinas, Sumaré, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Americana, Indaiatuba e outras cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) já podem registrar suas apostas, conforme informações divulgadas pela Caixa Econômica Federal.

O sorteio está programado para acontecer a partir das 21h (horário de Brasília) e será transmitido ao vivo pelo canal oficial da Caixa no YouTube, permitindo que os apostadores acompanhem em tempo real a revelação das dezenas.

Para participar, os interessados têm até as 20h do dia do sorteio para registrar suas apostas. Isso pode ser feito em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, por meio do aplicativo oficial para smartphones ou diretamente pela internet, acessando o site Loterias Caixa.

A aposta mínima na Mega-Sena, que permite a escolha de seis números entre os 60 disponíveis no volante, tem o custo de R$ 6,00. Os apostadores podem optar por marcar de 6 a 20 dezenas. Quanto mais números forem selecionados, maior será o valor da aposta e, consequentemente, maiores serão as chances de acertar as dezenas sorteadas.

O prêmio principal é concedido a quem acertar as seis dezenas sorteadas. Além disso, há premiações para apostas que acertarem quatro (quadra) ou cinco (quina) números.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, os sorteios da Mega-Sena são realizados regularmente às terças, quintas e sábados, sempre com início às 21h e transmissão ao vivo pelo YouTube. Após a divulgação oficial dos resultados, os números sorteados e a divisão dos prêmios podem ser consultados nos canais da Caixa.

O prazo final para registrar as apostas para o concurso 3055 é às 20h desta terça-feira, dia 8, em qualquer um dos canais de aposta disponíveis.

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ARTESP intensifica fiscalização após 1.200 cancelamentos…

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A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) intensificou, no início desta semana, a fiscalização das linhas intermunicipais que conectam cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC). A medida foi tomada após um aumento nas reclamações de passageiros sobre cancelamentos, superlotação e atrasos, que foram amplamente divulgadas pela imprensa local e redes sociais.

Os agentes da ARTESP concentraram as vistorias nos horários de pico, com foco nas linhas que atendem os municípios de Sumaré, Hortolândia e Campinas. O objetivo é verificar o cumprimento dos horários de partida, a lotação dos veículos e as condições gerais da frota, acompanhando a operação tanto nos pontos finais quanto ao longo dos trajetos.

Problemas e dados oficiais

Nas últimas duas semanas, passageiros relataram cancelamentos de viagens que resultaram em filas e superlotação nas partidas seguintes. Entre as linhas mais citadas nas reclamações estão a 654, 696, 699, 700 e 708. Vídeos registrados em terminais e pontos de ônibus mostram aglomerações e insatisfação com a frequência dos veículos.

Dados divulgados pela ARTESP revelam que, somente na região de Campinas, foram registrados mais de 1.200 cancelamentos de partidas nas últimas duas semanas. No mesmo período, cerca de 1.500 partidas ocorreram com atraso. As linhas mais afetadas, segundo a agência, incluem a 636, 659, 694, 700 e 701.

Resposta do Consórcio Bus+

O Consórcio Bus+, responsável pela operação das linhas na RMC, emitiu uma nota à imprensa, atribuindo as falhas a problemas mecânicos pontuais em veículos e à falta de motoristas. A empresa afirmou que a escassez de mão de obra qualificada tem reduzido sua capacidade operacional e comprometido a regularidade das partidas.

Para mitigar a falta de condutores, o consórcio informou que está desenvolvendo um programa de formação de motoristas, as chamadas “escolinhas”. Além disso, a empresa apontou que gargalos no trânsito, como na rodovia Campinas–Monte Mor (SP-101), também contribuem para a demora e irregularidade das linhas.

Medidas administrativas e futuro do contrato

Esta é a segunda ação intensiva de fiscalização da ARTESP neste ano, sendo a primeira realizada em março. Entre março e setembro, o Consórcio Bus+ foi autuado aproximadamente 900 vezes. Devido à ausência de correção adequada dos problemas identificados, a agência instaurou um processo administrativo por descumprimento contratual.

Felipe Freitas, superintendente de transporte coletivo da ARTESP, declarou que a agência está realizando uma análise comparativa dos dados coletados na fiscalização. Dependendo dos resultados, poderá ser iniciado um processo de caducidade do contrato com o operador atual. Se a caducidade for decretada, outra empresa assumiria a operação das linhas da região.

Durante as fiscalizações, foram encontrados problemas estruturais em alguns ônibus, e uma falha mecânica foi registrada em tempo real, resultando no cancelamento de uma viagem e na espera dos passageiros pela próxima partida, que também saiu com atraso.

A ARTESP continua avaliando os relatórios de campo para decidir sobre eventuais sanções ou alterações no contrato de operação. O consórcio, por sua vez, informou que segue implementando medidas para resolver a falta de pessoal e os problemas mecânicos.

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PEIEX abre vagas para exportação de pequenos negócios na RMC

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O Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) está com vagas abertas para micro e pequenas empresas da Região Metropolitana de Campinas (RMC) que desejam iniciar ou fortalecer sua atuação no comércio exterior. A iniciativa oferece atendimento totalmente subsidiado, com o objetivo de preparar os empreendedores para o mercado internacional de forma planejada.

O PEIEX proporciona acompanhamento técnico especializado e orientações práticas, adaptadas ao estágio de maturidade e às necessidades de cada negócio. O trabalho é individualizado, incluindo um diagnóstico empresarial para identificar as melhores estratégias de exportação.

Andreza Borba, analista de negócios do Sebrae-SP, destaca a importância do programa. “Expandir fronteiras é um passo importante para aumentar a competitividade das micro e pequenas empresas. Com o PEIEX, buscamos preparar os empreendedores para atuar no mercado internacional de forma planejada, reduzindo riscos e ampliando as oportunidades de crescimento”, afirma.

A analista também ressalta que a RMC possui características favoráveis para empresas com interesse em exportar. A região conta com uma forte presença industrial, é bem conectada pelas rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Dom Pedro I, e dispõe do Aeroporto Internacional de Viracopos, um dos principais terminais de carga do país.

O programa é fruto de uma parceria estratégica entre o Sebrae-SP, a Faculdade Sebrae e a ApexBrasil. Segundo Andreza Borba, essa colaboração visa ampliar o acesso dos pequenos negócios ao mercado externo. “Nosso objetivo é mostrar que exportar pode fazer parte da estratégia de crescimento das micro e pequenas empresas. Com o apoio das três instituições, queremos tornar esse processo mais acessível e ajudar os empreendedores a conquistar novos mercados”, explica.

Empresários interessados em participar do PEIEX podem manifestar interesse e realizar suas inscrições gratuitamente por meio de um formulário online. Para aqueles que desejam conhecer mais sobre o programa e conferir histórias de sucesso, um vídeo da primeira edição do evento “Conexões para Exportar”, realizado no Aeroporto Internacional de Viracopos, está disponível.

Mais informações e esclarecimento de dúvidas podem ser obtidos no site oficial do programa ou diretamente no Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas, localizado na Rua da Abolição, 881, no bairro Ponte Preta.

Com informações da fonte original.

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