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Campinas

ACIC orienta MEIs sobre mudanças no simples nacional

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A RMC fechou 2024 com um total de 332.851 mil MEIs, segundo dados do Governo Federal

Janeiro é um mês estratégico para os microempreendedores individuais (MEIs) que desejam iniciar o ano sem pendências fiscais e financeiras. A Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC Campinas) reforça a importância de atenção às obrigações como regularização de dívidas, adesão ao Simples Nacional e envio da Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI).

Um ponto de atenção é o fato de que MEIs têm até 31 de janeiro para aderir ao Simples Nacional ou regularizar pendências com a Receita Federal e evitar complicações como aumento da carga tributária e restrições operacionais.

Quem, também como exemplo, ultrapassou o limite de faturamento de R$ 81 mil em 2024, deve realizar a solicitação para permanência no regime simplificado no mesmo período.

“Manter-se regularizado é fundamental para evitar complicações como a perda de benefícios fiscais e dificuldades para emitir notas fiscais”, alerta Adriana Flosi, presidente da ACIC. Ela ainda lembra que a entidade está com uma equipe plantão de dúvidas, através do Espaço Mei, para auxiliar microempreendedores neste período crucial.

Levantamento da ACIC, a partir do banco de dados do Portal do Empreendedor do Governo Federal, aponta para a existência de 128.730 mil MEIS em Campinas até dezembro do ano passado. Na RMC, o número total é de 332.851 mil.

NOVOS VALORES  

Também é importante lembrar que, com o aumento do salário-mínimo para R$ 1.518, a contribuição mensal do MEI, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), foi ajustada. O novo valor é de R$ 75,90, podendo chegar a R$ 81,90, dependendo da atividade exercida. Para os MEIs Caminhoneiros, os valores variam entre R$ 182,16 e R$ 188,16.

Os novos valores entram em vigor em fevereiro de 2025, com o primeiro pagamento referente ao mês de janeiro.

DECLARAÇÃO ANUAL

Outro ponto de atenção é o envio da DASN-SIMEI, disponível para preenchimento. O documento deve ser enviado até 31 de maio, mas a ACIC Campinas recomenda não deixar para a última hora. “Mesmo MEIs sem faturamento em 2024 precisam fazer a declaração para evitar multas e manter o CNPJ ativo”, reforça Flosi.

Para mais informações, entre em contato com a ACIC Campinas.

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Campinas

Campinas consolida hegemonia no JOMI: Impacto na RMC

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Campinas garantiu pela nona vez o título regional dos Jogos da Melhor Idade (JOMI), firmando-se como uma potência esportiva na Região Metropolitana de Campinas. Esta conquista ressalta a dedicação da cidade ao envelhecimento ativo e estabelece um padrão elevado para o bem-estar dos idosos na região.

A vitória campineira não é apenas um feito atlético; ela tem um impacto direto para toda a RMC, ao mostrar a eficácia de políticas públicas voltadas à qualidade de vida da população sênior. O êxito continuado serve de inspiração, estimulando municípios vizinhos a fortalecerem ou implementarem seus próprios programas de esporte e lazer para a terceira idade.

Um Modelo de Longevidade Ativa para a RMC

O eneacampeonato campineiro nos Jogos da Melhor Idade é um testemunho do investimento contínuo em infraestrutura e programas dedicados à melhor idade. A cidade demonstra que o esporte é uma ferramenta poderosa para a inclusão social, a manutenção da saúde física e mental e a promoção da convivência entre os idosos.

Essa performance consistente ao longo dos anos reflete uma visão estratégica de cuidado com a população que mais cresce no país. É um exemplo concreto de como o apoio institucional pode transformar a vida de milhares de pessoas, incentivando a participação ativa e a superação pessoal em todas as fases da vida.

A hegemonia de Campinas no JOMI projeta um futuro onde a valorização da terceira idade, através do esporte e da cultura, se torna prioridade em toda a RMC. Este resultado reforça a necessidade de um compromisso público e coletivo com o envelhecimento digno e participativo.

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Campinas

SP lança verba esportiva de R$ 50 mi; impacto nas cidades

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A Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo acaba de anunciar o programa “Esporte Para Todos”, destinando R$ 50 milhões em investimentos diretos para o desenvolvimento esportivo municipal. Esta medida, se bem aproveitada, pode revolucionar a infraestrutura e o acesso ao esporte em diversas cidades, incluindo Jaguariúna e municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

A iniciativa abre uma janela de oportunidade crucial para prefeituras que buscam modernizar suas instalações, criar novos espaços de lazer e fomentar programas de inclusão social através do esporte. O impacto direto para a população significa mais qualidade de vida, opções de prática esportiva e, consequentemente, melhor saúde pública e desenvolvimento comunitário.

Verba Vital: Prazo e Critérios Definem Acesso

Os R$ 50 milhões serão distribuídos mediante projetos apresentados pelas administrações municipais. Contudo, o tempo é um fator determinante: as prefeituras têm apenas 60 dias para elaborar e submeter suas propostas. Os critérios de elegibilidade são rigorosos, privilegiando iniciativas que demonstrem forte apelo social, sustentabilidade e clareza nos objetivos de promover a inclusão e o bem-estar da comunidade.

Para cidades como Jaguariúna, com sua crescente demanda por espaços e programas esportivos, a agilidade e a capacidade de planejamento serão cruciais. A verba representa um fôlego financeiro que pode tirar projetos do papel e ampliar significativamente a oferta esportiva local, desde quadras e campos a escolinhas e eventos.

A correta utilização desses recursos pode transformar o cenário esportivo regional, gerando benefícios duradouros para jovens, idosos e toda a comunidade. A exigência de projetos alinhados às diretrizes estaduais sugere um foco em impacto real e mensurável.

A mobilização das equipes técnicas e gestores municipais é agora a chave para garantir que esses fundos cheguem às cidades e se traduzam em melhorias concretas. A responsabilidade de garantir o acesso a esses recursos e sua aplicação eficaz recai diretamente sobre a capacidade de gestão local.

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Saúde mental infantil em alerta: 1.225 casos na Rede Mário Gatti

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A Rede Mário Gatti, pilar fundamental da saúde na Região Metropolitana de Campinas (RMC), registrou 1.225 casos de teleatendimento infantil, um dado que acende um alerta sobre a crescente e urgente demanda por suporte psicológico e psiquiátrico para crianças na região.

Este volume expressivo de atendimentos reflete diretamente as profundas cicatrizes emocionais deixadas pela pandemia de Covid-19, período em que o isolamento e as incertezas impactaram severamente o desenvolvimento e o bem-estar mental dos mais jovens. Para as famílias da RMC, este número não é apenas uma estatística, mas a prova tangível de que a fragilidade emocional infantil exige atenção prioritária e recursos ampliados.

O serviço de teleatendimento tem se mostrado uma ferramenta vital, oferecendo um primeiro acolhimento e direcionamento em momentos de crise, especialmente para aqueles que enfrentam barreiras de acesso aos serviços presenciais. A capacidade de registrar 1.225 atendimentos evidencia tanto a eficácia da iniciativa quanto a dimensão do problema a ser enfrentado.

A Demanda Crescente por Cuidado Especializado

A abrangência do serviço, essencial para a saúde pública na RMC, inclui desde a orientação familiar até o encaminhamento para terapias mais complexas, dependendo da necessidade de cada criança. O desafio reside agora em como sustentar e expandir essa rede de apoio diante de uma demanda que, ao que tudo indica, continuará em ascensão.

A atenção à saúde mental infantil não pode ser vista como um complemento, mas como um pilar central para o desenvolvimento social e educacional das futuras gerações. Ignorar os sinais precoces ou a falta de estrutura adequada para o tratamento pode gerar consequências duradouras para os indivíduos e para a comunidade da RMC como um todo.

Este panorama exige uma resposta robusta e contínua dos gestores de saúde, com aprimoramento constante da rede de apoio e garantia de que nenhuma criança na RMC fique sem o suporte necessário para um desenvolvimento saudável.

Com informações da fonte original.

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