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Região registra 47.893 admissões em novembro

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O mercado de trabalho formal na região metropolitana de Campinas fechou o mês de novembro com 47.893 admissões, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgado pelo Ministério do Trabalho. No período, a região registrou 46.597 demissões.

Campinas se destacou como o município que mais contratou, com 19.912 admissões na região. Indaiatuba teve um desempenho expressivo, com 4.118 contratações, seguido por Americana, que registrou 3.494 admissões. No saldo de empregos, Campinas também liderou, com a criação de 1.524 novas vagas formais.

O setor de serviços foi o principal motor da geração de empregos na região, com 24.123 admissões no período.

O perfil dos trabalhadores admitidos mostra que as contratações foram predominantemente de homens, que representaram 56,37% dos novos empregos (26.266), enquanto as mulheres ficaram com 45,16% (21.627). Em relação à escolaridade, a maioria dos contratados (67,60%) possuía ensino médio completo. Jovens entre 18 e 24 anos representaram 27,03% das admissões.

A região inclui os municípios de Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Morungaba, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara d’Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.

TRABALHO TEMPORÁRIO

O mercado de trabalho temporário no Brasil manteve um bom desempenho em novembro, com a criação de 105.601 vagas nesta modalidade, de acordo com os dados do CAGED. No estado de São Paulo, foram 79.021 admissões, sendo 3.858 na região de Campinas.

O destaque ficou para o grupo de trabalhadores de serviços administrativos, responsável por 43.212 admissões. Esse segmento inclui funções como escriturários e trabalhadores de atendimento ao público, muito demandados em períodos de maior movimentação nas empresas, como no final do ano.

A maioria das vagas nacionais foi ocupada por mulheres (55.043), enquanto os homens representaram 50.558 admissões. O ensino médio completo foi o nível de escolaridade predominante, com 83.634 trabalhadores contratados nessa faixa. Jovens entre 18 e 24 anos formaram o maior grupo etário, totalizando 36.383 admissões.

“A modalidade de trabalho temporário continua sendo uma importante estratégia para empresas de diversos setores, que precisam reforçar suas equipes para atender a picos de demanda. Ao mesmo tempo, a criação de vagas representa uma oportunidade para muitos trabalhadores ingressarem no mercado formal, com possibilidades de efetivação ao término dos contratos”, Camila Rodrigues, gerente da Employer Recursos Humanos de Campinas.

DIREITOS DO TRABALHADOR TEMPORÁRIO

Na modalidade temporária, o trabalhador tem anotação em carteira e os direitos assegurados pela legislação 6.019/1974. Dentre os direitos, estão inclusos pagamento de horas extras, descanso semanal remunerado, 13° salário e férias proporcionais ao período trabalhado. Ele recebe 8% dos seus proventos a título de FGTS e o período como temporário conta como contribuição para a aposentadoria.    

Vale ressaltar que na legislação, o trabalhador temporário pode ser contratado por até 180 dias, com a possibilidade de prorrogação por mais até 90 dias. A efetivação pode acontecer a qualquer momento desse período. Junto à Previdência, o trabalhador temporário também tem todos os direitos garantidos, desde que se respeite a carência mínima exigida para o pagamento dos benefícios.

EMPLOYER RECURSOS HUMANOS

Uma das maiores empresas de RH do país, a Employer é especialista em tecnologias para Recursos Humanos, com soluções web como folha de pagamento online, ponto eletrônico e sistema de holerite online. Com mais de 40 filiais distribuídas estrategicamente pelo Brasil, a Employer tem em seu portfólio grandes e importantes companhias nacionais e internacionais, que buscam soluções eficientes, capazes de simplificar as rotinas do RH.

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Morte em matagal choca RMC: Suspeito é detido pela polícia

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A Região Metropolitana de Campinas (RMC) foi palco de mais um brutal crime que abala a segurança pública, com o corpo de uma mulher encontrado em um matagal e um suspeito já sob custódia, intensificando as investigações de um possível feminicídio na região.

A descoberta macabra, que ainda carece de detalhes sobre a identificação da vítima e as circunstâncias exatas do ocorrido, joga luz sobre a persistente vulnerabilidade feminina e a prevalência da violência de gênero. A agilidade na condução de um suspeito à delegacia é um passo crucial para a elucidação do caso.

O episódio reforça a preocupação com a criminalidade na RMC, exigindo das autoridades uma resposta efetiva não apenas na investigação de crimes, mas também na prevenção. A ocorrência de um assassinato em ambiente isolado, como um matagal, destaca a necessidade de policiamento estratégico e iluminação em áreas de risco.

Cresce a urgência por respostas e segurança na RMC

A ação policial imediata na detenção do suspeito é um avanço significativo, demonstrando a capacidade de resposta das forças de segurança. Contudo, a escalada da violência contra a mulher na RMC exige ações mais contundentes e coordenadas para proteger vidas e garantir que a justiça seja feita, evitando a impunidade.

A comunidade local e as organizações de direitos humanos aguardam detalhes da investigação, que deve esclarecer a motivação e a dinâmica do crime. A expectativa é que o trabalho policial consiga reunir as provas necessárias para a responsabilização do autor, trazendo alguma paz à família da vítima e um senso de justiça à população.

Diante de mais um caso de violência brutal na RMC, quais estratégias podem ser fortalecidas para coibir a criminalidade e oferecer mais segurança às mulheres da região?
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Homicídio em Curitiba choca e levanta alerta sobre violência…

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Um trágico incidente na Grande Curitiba, onde uma mulher é acusada de assassinar o companheiro a facadas após uma discussão, escancara a urgência do debate sobre violência doméstica. A fatalidade reforça a alarmante realidade de conflitos que escalam para desfechos irreversíveis dentro dos lares.

O episódio, que mobilizou equipes policiais e de socorro, não apenas choca pela brutalidade, mas também suscita profunda reflexão sobre a segurança familiar e as falhas nos mecanismos de prevenção a esses crimes. A repercussão transcende o local do ocorrido, servindo como um doloroso lembrete da fragilidade das relações interpessoais e da necessidade de intervenção.

Detalhes e Repercussões da Tragédia

Segundo informações preliminares, a discussão entre o casal em um apartamento na Grande Curitiba culminou no ataque fatal. A faca utilizada no crime foi posteriormente jogada pela janela, um ato que agora faz parte da investigação policial para esclarecer a dinâmica dos fatos e determinar as responsabilidades.

Este caso sublinha a periculosidade e a imprevisibilidade da violência doméstica, que muitas vezes permanece invisível até atingir proporções devastadoras. A rapidez com que um desentendimento pode se transformar em um ato de extrema violência é um alerta contundente para a sociedade e para as autoridades.

As autoridades locais já iniciaram as diligências para apurar todas as circunstâncias do homicídio, incluindo a coleta de depoimentos e a análise da cena do crime. A decisão de jogar a arma pela janela adiciona uma camada de complexidade à investigação, que busca reunir provas robustas para o devido processo legal.

Diante de mais um caso de violência fatal no ambiente doméstico, como a sociedade pode fortalecer as redes de apoio e prevenção para evitar que histórias como esta se repitam?

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RMC em alerta: Crise hídrica ameaça futuro do abastecimento

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O Parlamento da Região Metropolitana de Campinas (RMC) acendeu um alerta urgente sobre a crescente crise hídrica que ameaça o abastecimento das 20 cidades que compõem a região. Em reunião realizada em Paulínia, a pauta central foi a iminente possibilidade de desabastecimento, exigindo ações coordenadas e estratégicas de todos os municípios.

A discussão repercute diretamente em localidades como Jaguariúna e demais centros urbanos da RMC, evidenciando a gravidade da situação. A escassez de recursos hídricos não impacta apenas o consumo doméstico, mas também setores vitais como a indústria, agricultura e a própria infraestrutura urbana, podendo gerar um colapso em serviços essenciais e na economia regional.

A população da RMC, que já enfrentou períodos de racionamento severo, agora se vê diante de um cenário que exige planejamento e decisões assertivas para evitar um agravamento sem precedentes nos próximos anos.

O Desafio Regional da Gestão Hídrica

A urgência da situação foi sublinhada pelo debate parlamentar, que buscou identificar soluções conjuntas e aprimorar a governança da água na região. Sem medidas eficazes e integradas, o risco de um desabastecimento generalizado na RMC se torna uma ameaça concreta, com potencial para impactar milhões de moradores e a estabilidade econômica e social.

A necessidade de investimentos em infraestrutura, modernização das redes de distribuição e, principalmente, uma gestão mais eficiente e colaborativa dos recursos hídricos foi o ponto central das discussões.

Diante da iminência de um cenário de escassez, as cidades da RMC estão verdadeiramente preparadas para enfrentar e gerenciar uma crise hídrica de grandes proporções?

Com informações da fonte original.

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